17 de junho de 2008

A competitividade masculina me diverte.

Eu, basicamente minha vida toda, sempre convivi mais com homens, do que com mulheres.
Sendo, então, uma conhecedora desse universo unilateral, devasso e boemio, passo algum tempo observando esses seres.
Em especial quando há algum tipo de pinga envolvida.
Sinto - me num verdedeiro Freak Show.
Misturando cachaça, mulher e algum tipo de competitividade, tipo uma partida de gol-a-gol, poker e até mesmo ping pong, isso pode virar um verdadeiro habitat para estudos científicos da pesada.
Nos remete à pré história, aos instintos de disputa, para ver quem é o mais forte, o mais ligeiro e no caso da história em questão, quem é o melhor no tênis de mesa.
E nós mulheres, instintivamente também adoramos.
Torcemos para aquele fulano no qual, insconscientemente talvez, temos uma quedinha.
Os rapazes, com o passar da evolução, perderam aquilo de voar no pescoço alheio, e cortar cabeças com machadinhas, pelo menos alguns.
Então, queridos homens pré históricos e competitivos, continuem, pois nos divertimos muito com tudo isso!
Que atire a primeira mulher que já não vivênciou a situação!

Um comentário:

Alexandre de Sousa disse...

Homem, mulher e cachaça: mistura explosiva. Com os três juntos podemos sim ver vôs no pescoço alheio e corte de cabeças. Com machadinha e tudo. Ou pior. ;)